segunda-feira, 10 de março de 2014

Gamescom confirma primeiros participantes da edição deste ano da feira


Os responsáveis pela organização da gamescom, feira que acontece anualmente na cidade de Colônia, na Alemanha, anunciaram os primeiros parceiros expositores confirmados para a edição deste ano do evento.
Além das fabricante Nintendo e Microsoft, o evento contará com a presença da CD Projekt RED (de Witcher 3), Crytek, Deep Silver, Electronic Arts, Konami, Riot Games, Nvidia, Oculus Rift, Wargaming, Bigpoint e Ubisoft.
A edição deste ano da gamescom acontecerá entre os dias 13 e 17 de agosto. Apesar de aberta a visitações, a feira tem o seu primeiro dia com acesso restrito a membros da indústria e da imprensa.


Fonte: Baixaki Jogos
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Criador de Spelunky disse que recorde mundial de 3 milhões é “impossível”

O criador de Spelunky, Derek Yu, ficou boquiaberto ao descobrir que o jogador Bananasaurus Rex quebrou o recorde do jogo e estabeleceu uma pontuação um pouco superior aos 3 milhões de peças de ouro coletadas durante apenas uma partida.

Em declaração ao site Polygon, Yu disse que Rex atingiu uma pontuação impossível, e que até a atualização recente, que adicionou o pro-mode no jogo, tal escore nem seria registrado pelo jogo, já que há uns modos anti-cheat que proibiam pontuações infladas demais de entrarem nos placares mundiais.
“O teto para pontuação era de 3 milhões até algum tempo porque o recorde mundial no Xbox 360 era de 2 milhões. Conseguir mais um milhão parecia meio exagerado naquela época, mas parece que não”, disse o impressionado Yu.
A pontuação de Rex pode ser vista no vídeo abaixo. Tem 7 horas de duração, mas é impressionante.



Fonte: Critical Hits
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EA acredita que erros encontrados em BF4 não afetarão a marca

Apesar de preferir Battlefield a Call of Duty, e tenho que admitir que nos últimos tempo tenho visto muita gente reclamar de BF4. Bugs estranhos, problemas na jogabilidade, gráficos travados e alguns outros bugs são relatados a torto e a direito em fóruns especializados, e não parecem ser tão simples a ponto de não afetar a experiência do jogador.

Mas, a Eletronic Arts parece não se abalar muito sobre o assunto. Blake Jorgensen, diretor financeiro da produtora afirmou que não espera que a marca “Battlefield” seja afetada por tais problemas, e nem que num futuro próximo os jogadores deixem de preferir o jogo para apostarem em novas franquias. Em declaração dada durante a Stanley Technology, Media & Telecom Conference, ocorrida em São Francisco, EUA, Blake disse o seguinte:
“Não temos registro de qualquer dano a marca. Estamos muito concentrados em protege-la marca e também temos tentado providenciar conteúdo adicional para garantir que os jogadores regressem ao jogar o jogo. Estamos reparando que isso está funcionando bastante bem.”
É claro que o medo de que num futuro próximo o legado seja jogado pelo ralo é muito grande, devido ao fato da franquia pertencer hoje a famigerada Eletronic Arts. O jeito agora é torcer pra que ela providencie correção adequada aos erros encontrados, e que essa situação não se repita nos próximos jogos que virão.

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The Legend of Zelda para realidade virtual é sensacional

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Então, aparentemente alguém teve a brilhante ideia de criar The Legend of Zelda para plataformas de realidade virtual. E olha, parece ser muito divertido. Como podemos ver no vídeo abaixo, o jogo ainda só tem a primeira caverna, mas o plano é lançar uma versão completa em breve para PC e Mac.



O projeto é chamado The Legend of ZeldaVR, do desenvolvedor Ubiquitron e ainda está na fase beta, e o jogador do vídeo usava um Oculus Rift. Só aguardo o momento que finalmente vou poder jogar Tony Hawk’s Pro Skater 2 ou algum outro clássico em realidade virtual. Azar se eu vomitar, acontece.

Fonte: Critical Hits
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5 motivos para ser um Sonysta

Amigos, tudo bem? Como foi o final de semana? Então, pra começarmos bem a semana, hoje eu vou escrever a primeira parte de uma série nova que vai rolar aqui no amado Critical Hits nessa semana. Na minha parte, vou dar alguns motivos do porque é muito melhor ser Sonysta e ter um PS Vita, PS3 e/ou PS4 em casa e não qualquer um dos outros consoles. O pessoal que gosta de um Xbox ou Nintendo ou PC pode ficar tranquilo, vocês vão ter a vez de vocês também. Não enfartem por causa da lista queridos leitores, é tudo pela brincadeira. Aproveitem pra mandar esse artigo pro amigo que ama a Nintendo ou tem um Xbox em casa. Vamos aos motivos?
1. Não preciso trocar a pilha do meu controle.
Sim amigos, a primeira já é um golpe direto no pessoal americano. No nosso amado console, não precisamos de pilha pra poder jogar videogame. Afinal, estamos em 2014 e a tecnologia evoluiu, conseguimos até pagar a tele-entrega com o cartão de crédito hoje em dia. Eu pensei que talvez no novo console, o pessoal do outro lado arrumaria isso, mas não. Mais uns bons anos com essa tecnologia.

É tão fácil recarregar

É tão fácil recarregar
Eu, graças a Deus, só preciso colocar um cabo no meu controle ligado no PS3 e posso continuar jogando. Acho que nunca vou me esquecer do dia que eu tava na casa de um amigo e tivemos que sair de carro pra comprar mais pilhas pros controles pra poder terminar o campeonato de FIFA.

2. Os jogos rodam melhor nativamente no PS4

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Isso tem sido bastante noticiado recentemente. No momento, a maioria dos jogos disponíveis para ambos os consoles da nova geração estão rodando em resolução ou framerate maior no PS4. Claro, isso provavelmente vai ser arrumado e otimizado no futuro, mas isso talvez esteja sendo um fator decisivo para quem está na dúvida entre qual videogame comprar. Você juntar isso e o fato do PS4 ser (bem) mais barato, podemos achar uma das explicações do porque a Sony está vendendo tão bem.

3. A PlayStation Plus é demais

Eu achava que era feliz, mas eu descobri o que a alegria e felicidade verdadeira quando assinei esse serviço. Rapidamente, pra quem não manja: na PS+, você paga 50 dólares por ano e recebe, todo mês, jogos de graça, descontos exclusivos e algumas outras coisas. Recentemente, eles liberaram Tomb Raider, Bioshock Infinite, Payday 2, Borderlands 2. Isso nos últimos meses. Já teve Sleeping Dogs, Infamous 2, Hotline Miami, Spec Ops, Assassin’s Creed 3, entre outros.

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A lista completa pra 2013 tá aqui. Os 50 dólares que tu paga no inicio valem muito a pena com o passar do tempo. Os descontos oferecidos também são excelentes, principalmente nas épocas de promoção da PSN, onde é possível pegar até 75% off em alguns títulos.

4. Os exclusivos são sensacionais

Um dos maiores trunfos, se não o maior, do PS3 foram os exclusivos que o console teve. Eles foram um fator importantíssimo na reabilitação do sistema, que teve um início muito turbulento. A Sony é dona de 12 estúdios de jogos ao redor do mundo, muitos deles com mais de uma equipe, que são chamados de first-party studios. Além desses 12 estúdios, existem outros que, apesar de não serem controlados pela Sony, produzem jogos exclusivos para os seus consoles, caso da Quantic Dream (Beyond: Two Souls) e Insomniac Games (Ratchet & Clank).

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Com o tempo, esses estúdios foram aproveitando ao máximo o hardware do PS3 e conseguiram lançar jogos incríveis. Diversos clássicos da última geração estão disponíveis apenas no PS3, como as séries Uncharted, God of War, Infamous, Gran Turismo, Little Big Planet, Killzone e Resistance, e outros jogos avulsos excelentes, como Journey, Heavy Rain, Sound Shapes e Unfinished Swan. E para próxima geração, já temos Infamous: Second Son batendo na porta, o próximo Uncharted, possivelmente mais um God of War, etc. Além disso, diversos estúdios ainda não anunciaram no que estão trabalhando, então mais jogos ainda devem aparecer no futuro.

5. The Last of Us

Eu deliberadamente não coloquei The Last of Us na lista do tópico passado porque esse jogo merece ter um tópico próprio. The Last of Us foi com certeza um dos melhores jogos dessa geração, tendo chances de ser até mesmo o melhor, tamanha é a qualidade dele. A Naughty Dog conseguiu criar um universo imersivo, com os personagens brilhantemente escritos e interpretados, com uma história muito bem feita e com uma mecânica de jogo impecável e completa, variando entre momentos de ação e stealth.


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The Last of Us foi um jogo que eu não conseguia parar de jogar, e acredito que qualquer um que tenha jogado compartilha desse sentimento também. E, felizmente, somente quem tem um PS3 pode jogar esse jogo.
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Bom pessoal, esses foram os principais motivos para ser um Sonysta. O pessoal inteligente que é fã da Sony também concordou com todos? Ou achou que faltou alguma coisa na lista? Comentem aí e coloquem mais motivos. E o pessoal que odeia a Sony, discorda do que? Acalmem o coração galera, não precisa bater a cabeça na parede por causa da lista.

Fonte: Critical Hits
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Blizzard defende pagamento por subida até o nível 90 em World of Warcraft

A Blizzard vai cobrar 60 dólares para você conseguir atingir, sem esforço, o nível 90 com seu personagem. O valor foi escolhido para não “desvalorizar o processo tradicional de ganhar níveis”.

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A opção foi revelada na loja do MMO na semana passada, durante um restart do servidor antes da liberação de um novo update para o jogo. Com o boost, jogadores poderão evitar o sistema tradicional de ganhar níveis e imediatamente chegarem ao 90, apenas 10 antes do novo limite máximo.
A Blizzard decidiu incluir o item após dar essa opção do boost único para os que fizeram a pré-compra da expansão Warlords of Draenor. “Percebemos que haveria a demanda de mais boosts, e seria muito chato dizer para alguem que eles deveriam comprar duas cópias da expansão para chegar ao 90 de novo. Então percebemos que teríamos que oferecer o boost como serviço separadamente”.


O valor de 60 dólares foi escolhido para não desvalorizar a conquista de ganhar níveis da maneira normal. “Se nosso objetivo fosse vender o maior número de boosts, poderíamos deixar o preço pela metade, ou até menos que isso. Mas aí dificilmente alguém iria subir de nível normalmente”.
A expansão Warlords of Draenor acontecerá em num novo mundo chamado Draenor, que é o lar dos orcs e da raça draenei. A expansão trará novos modelos de personagens e animações. Com a expansão, a Blizzard também aumentará o nivel máximo que pode ser atingido para 100.

Fonte: Critical Hits
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The Walking Dead: As dificuldades de uma continuação de sucesso

Quando foi proposto que saísse uma segunda temporada para o aclamado The Walking Dead, a Telltale se deparou com dois grandes desafios: Além de manter a qualidade da série, eles precisavam pensar em uma forma de dar continuação para a série.

[AVISO: Eu vou tentar manter o texto o mais spoiler-free o possível, mas alguns spoilers da temporada passada e dos primeiros episódios da atual são inevitáveis, então leia por sua conta e risco]

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Clementine: De “garotinha indefesa” à protagonista.


O maior motivo da dificuldade de continuação acaba sendo a alta conta de corpos que foram deixados na temporada passada. Do elenco principal, grande parte está morta, desaparecida ou simplesmente separada do restante por algum motivo. Em boa parte do tempo, Clementine é o único rosto familiar entre as duas temporadas.
O desafio aqui seria fazer algo que tivesse alguma ligação com a temporada anterior apesar disso. Lógico que o elenco ia mudar, como acontece algumas vezes na própria HQ, mas a Telltale queria que a história não fosse totalmente nova. Se a minha visão contar em algo sobre o assunto, a ligação entre as temporadas está sendo bem competente até agora.

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A grande mudança no jogo foi justamente fazer Clementine, antes a garotinha que você tinha a missão de proteger, a personagem principal. Uma transição na narrativa já é inevitável a partir daí: No primeiro jogo, você controlava um ex-professor de faculdade, inteligente, capaz, com condições físicas plenas e com uma certa liderança natural. Nesse, você controla uma garotinha. Como fazer as decisões de uma garotinha se tornarem tão relevantes para um grupo de adultos em pleno apocalipse zumbi quanto eram às de Lee?
Isso muda toda a linha do jogo. Tudo está aparentemente bem mais ameaçador, já que enquanto com Lee, você se sentia capaz de lidar com o que quer que acontecesse, no controle de Clementine, é inevitável se sentir um pouco indefeso e impotente diante de algumas situações.


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A ideia porém, é de transmitir que todo o destino de Clementine é fruto das escolhas do jogador, assim como aconteceu com Lee. Esse era o maior desafio: Como fazer Clementine soar como uma certa forma de personificação das escolhas do jogador, ao invés de apenas uma cópia de seu personagem na primeira temporada? A solução dada pela Telltale foi afastar os personagens familiares de Clementine o mais rápido o possível. Os primeiros minutos da Season 2 retratam exatamente isso, e se tornam essenciais para a ligação entre o jogador e Clementine, e é a partir dessa ligação que o jogo começa a fluir.
De fato, essa temporada está muito promissora, principalmente após o segundo episódio, mas será que conseguirá alcançar o mesmo nível de qualidade do jogo anterior? Eu acredito e espero que sim.

Fonte: Critical Hits
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Plants vs Zombies: Garden Warfare – Review

Quando Plants vs Zombies e a Popcap inteira foram comprados pela Electronic Arts, as piadas de que não demorava muito o jogo iria ganhar uma versão FPS começaram a surgir. Bom, quase acertaram, e a EA anunciou no ano passado um shooter em terceira pessoa com as plantas e os zumbis de Plants vs Zombies. sabe o que é o mais engraçado? O jogo é uma excelente alternativa ao gênero.
Em Plants vs Zombies: Garden Warfare, você assume um dos dois lados na batalha pelo quintal, ou das plantas, ou dos zumbis. A exemplo do Tower Defense, há várias classes de plantas e de zumbis para você escolher, cada uma com suas peculiaridades e cada uma delas bem diferente da outra, mas, apesar disso, essas classes lembram mais jogos não tão ortodoxos assim de tiro, como Team Fortress 2.
  • Nome: Plants vs Zombies: Garden Warfare
  • Plataforma: Xbox 360, Xbox One, PC (em breve)
  • Desenvolvedor/Publisher: PopCap Games/Electronic Arts
  • Lançamento: 25 de fevereiro de 2014, outono de 2014 (PC)
Por falar em Team Fortress 2, a EA parece ter se mirado bem no jogo da Valve para criar Plants vs Zombies: Garden Warfare. Aqui, também há o médico, o sniper, o soldado, o brutamontes etc e, algo bem legal aliás, as classes são bem diferentes entre si dependendo do time que você escolhe. Para que as novidades não se esgotem tão cedo, há uma boa gama de personalizações que você pode fazer nos seus soldados, comprando chapéus para eles, além de outros acessórios como roupas e afins.

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Por falar em comprar, aqui a EA podia ter estragado o jogo todo e enfiado uma monetização chata, onde você só pudesse comprar certos itens com dinheiro de verdade, acabando com o equilíbrio do jogo, mas sabe o que aconteceu? Exatamente o contrário disso. Plants vs Zombies é um jogo onde você ganha upgrades e acessórios de personalização comprando packs de figurinhas com o próprio dinheiro do jogo. Quanto mais você joga, mais dinheiro você ganha, e só. Não há uma microtransação dentro do jogo. Ponto muito positivo para eles nesse quesito.
Plants vs Zombies: Garden Warfare oferece alguns modos que me lembram o multiplayer de Gears of War. O primeiro modo que o jogo te apresenta é uma recriação de Plants vs Zombies clássico num jogo de tiro em terceira pessoa. Você escolhe a sua planta e joga com mais algumas pessoas (ou com alguém no multiplayer local) tentando defender o quintal da invasão de zumbis. A cada horda, mais zumbis aparecem, além dos chefões e inimigos especiais.
Após um certo número de rounds, você deve abandonar o quintal e fugir para um local designado do mapa e manter a posição até o resgate chegar, lembrando um pouco da fase final dos mapas de Left 4 Dead. Esse é um modo que, apesar de eu ter jogado com desconhecidos, é bastante divertido e, imagino eu, fique melhor ainda combinando uma partida com os amigos.

Além desse modo, ainda há os modos clássicos de jogos de tiro, como time contra time e capture the flag. Cada um deles ganhou uma roupagem do jogo, então no primeiro, um time de plantas enfrenta um time de zumbis competindo para ver quem chega a uma determinada pontuação antes, já no segundo, as plantas devem criar jardins no mapa e os zumbis devem tomá-los.
Além dos personagens controlados pelos jogadores, o jogo ainda dá a opção de você ou invocar zumbis, ou plantar vasos de plantas especiais, como se você realmente estivesse jogando PvZ para celular. Essas “invocações” são dadas em quantidade limitada para você, então não adianta gastar todas as plantas especiais no começo da partida, pois no próximo round você não vai ter nenhuma para chamar. Para ganhar novas, é só abrir mais uns pacotinhos de figurinhas. Considerando que você ganha mais ou menos umas 1000 moedas por round (o mínimo para abrir um pacote de figurinhas com esse tipo de recompensa), é bem difícil ficar sem ter quem chamar para a partida.
Além desse uso, as figurinhas ainda têm um adicional final, que é liberar novos personagens no jogo. Para isso, você primeiro precisa completar o corpo desse personagem, ou seja, sacar várias figurinhas raras, o que só é feito jogando bastante Plants vs Zombies: Garden Warfare. Considerando que o jogo é bem divertido, isso não chega a ser um problema.
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Uma das coisas que eu mais gostei em Plants vs Zombies: Garden Warfare, é que o jogo é bem simples de ser jogado, e mesmo assim é muito divertido. Ele passa longe de ser frustrante para os iniciantes, como em outros títulos do gênero, mas mesmo assim é possível você melhorar e mostrar diferenciação no campo de batalha em relação aos iniciantes. Além disso, por causa do visual “infantil”, o jogo também é aconselhado para crianças, pro caso de você ser um daqueles pais que se impressionam com cérebros e sangue voando na tela, já que nada disso rola no jogo. Mesmo com esse visual mais infantilizado, o jogo é divertido para todas as idades.
Por falar em visual, Plants vs Zombies: Garden Warfare é muito bonito. Os personagens são bem detalhados, os cenários são grandes pra cacete. Tudo muito bem colorido e bem desenhado. O jogo está longe de querer parecer foto realista e nem quer ser isso, e o visual cartunesco realmente brilha.
No departamento sonoro, o jogo cumpre ao que se propõe, mas realmente não tem grandes músicas. Algo que eu notei é que a música da abertura do jogo tem quase as mesmas notas que a entrada de Crazy Train do Ozzy Osbourne. Não que isso vá mudar alguma coisa, mas é um detalhe engraçado.
Resumo para os preguiçosos
Plants vs Zombies: Garden Warfare é um jogo bem divertido e perfeito para quem está procurando um multiplayer sem a mesmice de sempre do gênero. O jogo é colorido, bem feito e certamente vai fazer você se divertir, ainda mais se tiver amigos para enfrentar na internet.
Pros
+ Abordagem interessante ao gênero de tiro
+ Belos gráficos
+ Simples de ser jogado
+ Sem microtransações
Contras
- Poderia ter mais conteúdo

Jogue a versão demonstrativa de Plants vs Zombies no Happy Wheels feita para ser jogada direto em seu navegador.

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